sábado, 27 de junho de 2009

Florianóplis vai parar de novo.

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Depois de uma rodada de assembléias, trabalhadores do tranporte coletivo da grande Florianóplois anunciaram no dia 25/06/2009 que entrarão em greva as 7:00 de terça-feira. Foi anunciada a paralização à justiça no dia 26/06/2009. Essa greve não tem tempo determinado para acabar. A justiça deve determinar qual a quantidade de ônibus que deve continuar circulando durante a greve.
Trabalhadores e Empresários vem negociando ao longo de dois meses sem sucesso. A data-base da categoria venceu dia 1º de maio (01/05/2009) e eles entraram em greve no dia 19 de maio (19/05/2009). Nos dias 05/06 e 18/06 houve paralização npor algumas horas.

Viale articulado, chassi volvo B10M.

De acordo com com presidente do sindiacato das empresas, Waldir Gomes da Silva, os patrões só estão dispostoas a negociar se houver a readequação do quadro de cobradores."Mas 100% dos cobradores não vamos conseguir tirar do sistema", lamenta Waldir, que nega a prática de locaute, ou seja, incitação à greve, fato que motivou o Ministério Público do Trabalho (MPT/SC), representado pelo procurador Luiz Carlos Rodrigues Ferreira, a entrar com ação na última sexta-feira (19/06/2009) contra as empresas.

"Estou convicto que houve abandono nas negociações e parece que estou interrompend a suspensão para negociações",afirmou o procurador, que ressalta que greve em nenhum momento é ilegal. "É prevista em constituição e um dos fundamentos do Estado democrático de direito", explica.
Informações: Jornal Notícias do Dia.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tensão em Florianópolis.

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FLORIANÓPOLIS - A paciência da população se aproximou do limite ontem com a paralisação de duas horas dos ônibus da Capital. Reféns de uma disputa entre empresários e motoristas e cobradores, muitas pessoas falaram em agredir trabalhadores do transporte coletivo, fechar a Avenida Paulo Fontes e queimar ônibus. Nenhuma das ameaças, no entanto, foi concretizada.

A falta de anúncio sobre a paralisação irritou a população porque impediu as pessoas de se programarem. Motoristas e cobradores começaram a paralisação às 9h15min, quando informaram aos passageiros que os ônibus não sairiam mais do Terminal Integrado Central (Ticen). Milhares de pessoas se amontoaram nas imediações do terminal sem a informação de que o transporte público voltaria a funcionar em duas horas. Algumas dividiram táxi, outras pegaram carona, ligaram para familiares. Logo apareceram algumas vans, mas em número insuficiente para atender a população, e cobrando R$ 5, valor acima das passagens de ônibus. O motorista do veículo MFB 8158, Deter 1060-C, cobrava este preço para levar o passageiro até o Bairro Estreito.

O assessor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano de Florianópolis (Sintraturb), Ricardo Freitas, explicou que a paralisação não era total e os ônibus que ligavam os terminais de integração continuaram funcionando. Ele justificou o movimento afirmando que, durante a greve, ficara acertado que os empresários apresentariam uma proposta em 10 dias. Terminado o prazo, nada ocorreu. A medida de ontem seria um alerta. Freitas disse que o protesto pode se repetir se os patrões não tomarem providências, mas ressaltou que a frequência precisa ser decidida.

O diretor do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Florianópolis (Setuf), Valdir Silva, afirmou que a proposta foi encaminhada ao Sintraturb no dia 3 de junho na presença de dois advogados.

A presidente do Tribunal Regional do Trabalho, juíza Marta Fabre, disse ontem que, com o término do prazo de 10 dias para conciliação entre trabalhadores e empresas do transporte coletivo de Florianópolis, o processo de Dissídio Coletivo solicitado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) volta a seguir os trâmites normais na Justiça. Pelo Dissídio Coletivo, cabe à Justiça definir as condições de trabalho, além das questões relacionadas ao reajuste salarial da categoria, já que empresários e trabalhadores não entraram em acordo.

Informação: Diário Catarinence.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Busscar fornecerá 121 ônibus para a Infraero

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Após vencer a licitação promovida pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) para a aquisição de 121 ônibus, a Busscar iniciou recentemente a entrega de suas primeiras carroçarias. Os novos ônibus - uma versão especial do consagrado modelo Urbanuss especialmente projetada pela encarroçadora catarinense para o projeto da estatal brasileira – são equipados com os chassis Volkswagen 17260 EOT e atendem a todos os requisitos técnicos observados pela compradora e pela Lei da Acessibilidade.
Com um aspecto mais refinado e algumas mudanças tecnológicas, como nos conjuntos ópticos (novo desenho dos faróis dianteiros e das lanternas traseiras), o modelo tem as áreas da frente e traseira redesenhadas, incorporando linhas contínuas e cantos arredondados, mantendo sua aparência externa com alto grau estético e inovador que o consagraram no mercado urbano. As portas de acesso são alinhadas a região externa (tipo flor da pele), promovendo um visual moderno, elegante e que facilita a limpeza do veículo.

De acordo com informações da Busscar, cada veículo recebeu configurações internas e externas especialmente pensadas para a operação nos principais aeroportos brasileiros, visando melhorar as condições de embarque e desembarque dos passageiros. Essa versão especial vem configurada com piso baixo até o centro do salão (low entry), contando ainda com espaço reservado, dotado de cinto de segurança, para a acomodação de cadeira de rodas. O salão também revela outros aspectos de conforto, como a ampla área envidraçada e os novos dutos de ar condicionado de design atual, proporcionado a sensação de maior espaço e amplitude, substituindo as tradicionais calhas com luzes fluorescentes; ar condicionado Climabuss A30T Pluss; poltronas estofadas em tecido e sistema de som ambiente. A iluminação interna se destaca por utilizar luminárias com Led’s distribuídas no centro e nas laterais do teto. Os Led’s também são utilizados nas lanternas traseiras, resultando em maior durabilidade, segurança, menor manutenção e consumo de energia.


Já foram entregues três unidades para o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes e outras duas para o Aeroporto Internacional Pinto Martins de Fortaleza (CE). A identidade visual externa dos novos ônibus foi desenvolvida pela área de comunicação visual da própria Busscar. A entrega do restante dos novos ônibus está programada para os meses de junho e julho.


Fotos: Divulgação Busscar Informações: revista do ônibus

Flagrante de imprudência.

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Na Quinta-feira dia 11/06/2009 é vista falta de fiscalização dos documentos de menores e de seus acompanhantes por um motorista da Catarinense.

O veículo (um Vissta Buss Elegance 360 de chassi Scania) de N° 2765 e placa de Florianópolis que fazia a linha Florianópolis/Curitiba semi-direto da Catarinense, deixa o Terminal Rodoviário Rita Maria (Florianópolis) as 14:15 com previsão de chegada em Balneáreo Camboriu as 15:40. Pouco antes de sair dois menores entram no ônibus com sua mãe, mas o motorista que mesmo sabendo que é obrigatória a apresentação de documentos diz que não vai pedir por ser um linha perto -pois irião desembarcar em Balneário. Além disso o veículo parou no acostamento para deixar alguns passageiros, o pior é que em uma dessas paradas o motorista abre o bagageiro do ônibus para retirar a mala de um passageiro que iria desser no acostamento.

Essa postagem estará sendo enviada a Catarinense.

sábado, 6 de junho de 2009

Greve sem aviso!

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Não respeitando os regras para entrar em estado de greve, os cobradores das empresas de ônibus de Florianópolis entraram em greve no dia 05/06/2009, deixando alunos e trabalhadores sem poder se locomover.
No colégio Dom Jaime de Barros Câmara alunos estavam indignados por estarem sem poder pegar ônibus em direção ao Terminal Integrado Do Rio Tavarez (TIRIO), próximo de 12:00. Os ônibus que passavam seguião até o ponto final e na volta mudavam sua indentificação de linha para especial e seguindo reto.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Novas regras.

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Os ônibus deveram de seguir um padrão estabelecido pelo diretor do DENATRA (Departamento Nacional de Trânsito) apartir de 2011.Há novas especificações em relação ao tamanho das poltronas e à distância entre elas, de forma a evitar que os assentos fiquem amontoados, diminuindo o conforto dos passageiros. As regras valem tanto para ônibus e micro-ônibus urbanos quanto para intermunicipais, rodoviários e escolares.

Aos coletivos a resolução estabelece que os bancos duplos devem ter por exemplo, 80 centímetros de largura, a distância entre os bancos, no corredor, não poderá ser menor que 35 centímetros, entre um banco e outro que estiver a frente ou atráz sera respeitada uma distância de 30 centímetros. A norma anterior só definia a profundidade dos assentos e a altura do encosto. As saídas de emergência também devem ser alteradas. Elas se tornaram obrigatórias no teto dos ônibus e micro-ônibus. Poderão ser de dois tipos: basculante ou com vidro temperado que possa ser destruído por martelos de segurança.

Atualmente na maioria dos ônibus que circulam no Brasil já há saída de emergência nas janelas do lado esquerdo do veículo e no teto porém do lado direito do veículo (onde ficam as portas) na maioria das vezes os ônibus não possuem um botão ou alavanca para que em caso de o veículo tombar para o lado esquerdo a porta possa ser aberta por um passageiro para que saiam do ônibus.

A norma do Contran também exige a proteção anti-intrusão traseira, obrigatória nos ônibus de aplicação rodoviária e intermunicipal. A proteção deve impedir, de forma eficaz, a invasão do veículo que se chocar com a traseira do ônibus.

Também deveram haver fixas refletoras nos ônibus que forem ´bricados antes e depois dessas novas regras.

A Assessoria de Imprensa do Denatran ressaltou que os basculantes, apenas com função de ventilar os veículos não serão suficientes, se não puderem servir de passagem em caso de acidente. Os ônibus maiores devem ter pelo menos duas saídas de teto. Para os ônibus que dispõem de áreas reservadas para cadeirantes, o Contran determinou normas para aumentar a segurança dos passageiros com deficiência. Um dos lados da cadeira, por exemplo, terá de estar apoiado numa das paredes do veículo. O cadeirante precisa, ainda, ter a seu alcance um corrimão. Todas essas mudanças começarão a ser adotadas a partir de julho.

As fábricas terão um prazo de dois anos para adequar os veículos novos. As medidas não são retroativas e deixam de fora os ônibus que já estão em circulação. Mas há uma exceção: a regra que prevê o uso de faixas refletivas na carroceria dos veículos de transporte coletivo, tanto nas laterais quanto na parte traseira. Nesse caso, até a frota antiga terá de se adequar para melhorar as condições de visibilidade. As medidas foram discutidas pela Câmara Técnica de Assuntos Veiculares do Contran. O representante da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores na Câmara, Marcus Vinicius Aguiar, disse que a resolução implicará aumento de custo para as fábricas e preços de venda mais altos.

Isso só está valendo para SÃO PAULO E RIO.