sexta-feira, 22 de julho de 2011

Goiânia: Frota do Eixo Anhanguera começa a ser substituída em agosto

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A partir de agosto, começam a chegar os novos ônibus que vão substituir a frota do Eixo Anhanguera. Ao total, serão 90 veículos que irão atender a demanda dos usuários e que serão colocados de forma gradativa. “Não vamos esperar chegar todos para colocá-los nas ruas”, explica o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão. “Vamos substituindo aos poucos porque os atuais estão velhos, com mais de 13 anos de uso, e os passageiros não podem esperar mais tempo”.

São 30 ônibus biarticulados, com capacidade para 270 passageiros cada um, e 60 articulados, com capacidade para 170 cada que, juntos, custaram quase R$ 90 milhões, recursos da Metrobus. Cada ônibus articulado custou em torno de R$ 840 mil e, o biarticulado, R$1,2 milhão cada. O valor será financiado pela Metrobus para ser pago em cinco anos, com seis meses de carência. A previsão é de que, até o final de novembro, todos os 90 estejam circulando.

A nova frota vai atender a demanda de usuários do eixão que, hoje, supera os 240 mil usuários, por dia, segundo dados da Metrobus, o que corresponde a quase 25% do número de passageiros de todo o sistema de transporte. Hoje a frota atual é composta por 84 ônibus, cada um com capacidade menor de passageiros.

A Metrobus também está fazendo melhorias na pista do Eixo Anhanguera, em parceria com a prefeitura, e a reforma dos terminais. A previsão é de que estas obras sejam concluídas até dezembro deste ano. A empresa vai ainda investir em serviço de qualidade dentro dos terminais. São ações que incluem reforço na vigilância, apoio no embarque e desembarque de passageiros, serviços de limpeza permanente e atendimento de urgência na área da saúde, para casos de acidentes.

Carlos Maranhão adiantou que, na quarta-feira da próxima semana, vai lançar um concurso de pintura dos ônibus do Eixo Anhanguera. A Metrobus vai expor modelos e deixar que os usuários escolham qual o melhor.

Fonte: Rede Integrada de Transporte Coletivo

MAN vence licitação para vender ônibus ao governo federal

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A MAN, que no Brasil fabrica caminhões e ônibus com a marca Volkswagen, anunciou hoje que ganhou concorrência do governo federal para fornecer 2.940 ônibus pelo programa Caminho da Escola. "Esse negócio representa para nós um recorde com tecnologia Euro 3", afirmou Ricardo Arouche, diretor de vendas e marketing da empresa, sem revelar o valor do contrato. O valor de cada ônibus é de cerca de R$ 220 mil. 

O Euro 3 é o nome do modelo atual de motores usados no Brasil, segundo especificações com relação a emissões. A partir de 2012, só poderão ser comercializados no País caminhões e ônibus equipados com motores que seguem a tecnologia Euro 5, com regras mais severas de emissões. 
Foto: Divulgação
FOTO: DIVULGAÇÃO GOVERNO DE FLORES-PI
Segundo Arouche, até o final do ano passado a MAN já havia vendido ao programa Caminho da Escola cerca de 6 mil ônibus e até o final deste ano esse número deve subir para 11 mil. 

O programa Caminho da Escola foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares destinada ao transporte diário de alunos da educação básica da rede pública que moram, principalmente, na zona rural. A compra desses veículos é financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Com informações da AE

Banco pede falência da Busscar

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Se acatada, ação pode atrasar processo trabalhista movido pelo sindicato

Um novo processo pode trazer mais um nó para o já emaranhado caso Busscar. O Banco Fibra S/A – que faz parte do Grupo Vicunha, controlador também da Vicunha Têxtil e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) – entrou com um pedido de falência da fabricante de carrocerias de Joinville.

O motivo da solicitação é uma dívida que a empresa tem com o banco, avaliada em R$ 3 milhões, valor bem inferior ao acumulado em atraso de pelo menos 15 salários, 13º e férias de cerca de 1,4 mil trabalhadores – que em dezembro de 2010 já era estimado em R$ 30 milhões –, além de acordos feitos com ex-funcionários.

O presidente do Sindicato dos Mecânicos, João Bruggmann, lamentou a notícia. É que, se o juiz da 2ª Vara Cível de Joinville acatar ao pedido do Banco Fibra, o processo que pede o pagamento dos salários movido pela entidade pode ser prejudicado.

“Não queríamos que isso acontecesse, pois pode atrasar o que já está em andamento. A diretoria da empresa nos informou que está tentando um acordo com o banco para reverter a situação, mas também disse que não tem como quitar a dívida”, afirmou.

De acordo com ele, a empresa também disse que continua o processo de venda da Busscar e que a parte mais complicada já foi superada. “Para nós, resta esperar que esta nova ação possa servir como pressão para que resolvam a situação de uma forma mais rápida”, acrescenta Bruggmann.

O Banco Fibra informou, por meio de uma nota, que “não se manifesta sobre processos ou eventuais processos judiciais”. A fabricante de carrocerias também preferiu não comentar o caso.

“Ainda é cedo para avaliar as possíveis consequências. O pedido ainda não foi apreciado pelo juiz”, afirmou a advogada do sindicato, Luiza de Bastiani.

Ela explica que, caso o juiz aceite o pedido do banco, a ação que já está em fase de execução no foro trabalhista pode ser suspensa, o que retardaria o processo.

“Os processos movidos na justiça do trabalho estão caminhando muito bem. Os individuais já estão em fase de execução, mas ninguém está recebendo. Há valores referentes a aluguéis e outras quantias da empresa que estão detidas judicialmente, mas dependemos do encaminhamento do juiz para saber como o valor será usado”, finaliza. 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Conheça a nova linha de chassis Volkswagen com motores MAN

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Volkswagen 26.330 é o mais novo produto da montadora alemã. O chassi é desenvolvido especialmente para ônibus articulados e vai colocar a marca de forma inédita neste segmento de mercado. O 26.330 tem motor Cummins ISL de 8,9 litros
Quando a Volkswagen Ônibus e Caminhões anunciou oficialmente que foi comprada pela grupo alemão MAN AG, por 1,175 bilhões de euros (R$ 3,78 bilhões), no dia 15 de dezembro de 2008, o mercado começou a especular o que poderia acontecer com os veículos produzidos na planta da Volks para os pesados, em Resende, no Rio de Janeiro.

Inicialmente, houve uma troca de conhecimento entre os técnicos das empresas, mas não houve tanta alteração nos produtos, principalmente nos ônibus.

Mas agora, aproveitando a necessidade de atualizar os motores para seguir as normas mais rígidas de controle de poluição, da sétima fase do Proconve, a P 7, do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, a Volkswagen/Man oferece o que há muito tempo o mercado vinha especulando.

A partir de 2012, os ônibus da montadora no Brasil, terão de forma inédita os motores genuinamente produzidos pela MAN.

Além dos motores da MAN, continuam a equipar os chassi da Volkswagen os motores Cummins, só que também seguindo as mais rigorosas normas do Proconve P 7.

Em comunicado à imprensa, o presidente da MAN América Latina, Roberto Cortes, disse que a empresa para atender à nova legislação, poderia apenas modificar as linhas de motores. Mas foi além e renovou os motores oferecidos pelo mercado.

“Para atendermos a legislação, bastaria trabalharmos apenas na mudança de motores da linha Volksbus. Fomos além, e desenvolvemos uma linha totalmente renovada, com uma série de evoluções tecnológicas que agregam ainda mais valor a linha Volksbus” – afirmou o executivo.

Foi apresentada nova solução de motores para todas as categorias: micro, minionibus, convencionais urbanos, rodoviários e articulados. A tecnologia será baseada na utilizada na Europa, mas adaptada para as condições brasileiras de uso.

PREOCUPAÇÃO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL:

Para atender à nova legislação que obriga redução de emissão de poluentes, a Volkswagen/Man apresenta dois tipos de tratamento de gases no escape: o SCR – Selective Catalyst Reduction (Redução Catalítica Seletiva) e o EGR – Exhaust Gas Recirculation (Recirculação de Gases de Exaustão).

Os motores MAN D 08 serão fabricados pela MAN Latin América em São Paulo, nas versões de quatro e de seis cilindros e são especialmente desenvolvidos para ônibus, podendo ser usados em 03 dos 08 modelos da linha nova da Volkswagen.

Os Motores MAN D 08 possuem tecnologia EGR – Exhaust Gas Recirculation (Recirculação de Gases de Exaustão). A Volkswagen/MAN garante que os motores possibilitam menos ruído, menor consumo e mais espaço de tempo entre as manutenções.

Também seguindo as normas de poluição do Euro V, Proconve P 7, Além disso, a MAN Latin America usará os motores Cummins ISF e ISL com tecnologia SCR – Selective Catalyst Reduction (Redução Catalítica Seletiva), de quatro e seis cilindros.

Eles também vão equipar chassis de miniônibus, microônibus e também chassis rodoviários e articulados Volksbus.

A iniciativa de oferecer dois tipos de sistemas de redução de poluição é ampliar a opção do mercado, para quem acha conveniente ou não usar o agente de tratamento de gases ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), com 32% de uréia. “As duas opções de tecnologia Euro 5, a SCR e a EGR, estarão disponíveis em nossa nova linha de produtos. São as melhores opções disponíveis no mercado para as aplicações a que se destinam”, garante Cortes.

O padrão de emissão de poluentes do Euro V, seguido pelo Proconve P7, determina os seguintes níveis de diminuição de alguns elementos presentes no diesel e que são prejudiciais à saúde:

domingo, 17 de julho de 2011

Novidades na Bussmania em Breve...

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Caro leitor, o blog Bussmania informa:

Em breve alterações serão realizadas no layout, rede sociais e endereço do blog.

Atualmente a Bussmania está presente apenas no twitter (twitter.com/cainabranco) e no endereço, www.bussmania.blogspot.com. Passando então a atuar também no Facebook e mudando de blog para site Bussmania.

Aguarde...
Bussmania
De ônibus com você 

Volta Redonda adota aparelhos para deficientes visuais em ônibus

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A palavra é bonita e muito usada nos discursos políticos e em aulas com conteúdo sociológico. Mas há pouca prática., principalmente para os portadores de necessidades especiais para o acesso aos serviços públicos de uma cidade. Já usado em outros municípios, existe um sistema que permite maior independência e segurança para os portadores de limitação visual. Um aparelho no ônibus recebe ondas por rádio freqüência do passageiro com deficiência que está no ponto. O receptor do ônibus avisa o motorista que há uma pessoa com necessidade especial na próxima parada e avisa o passageiro da chegada do veículo, com a linha programada na memória do equipamento. Depois de algumas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mais uma fluminense adota. Os ônibus de Volta Redonda devem ter o equipamento.
Foto: Blog Ponto de Ônibus
O sistema de aparelhos que ajudam portadores de deficiência visual a usarem ônibus urbanos sem a dependência de pessoas estranhas também será implantado em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

A utilização do aparelho foi proposta por projeto de lei do vereador Luis Carlos da Silva e foi aprovada pelo prefeito Antônio Francisco Beto.

O princípio de funcionamento é bem simples.

O ônibus é dotado de um receptor de ondas de rádio de baixa freqüência. O deficiente visual possui, por sua vez, um emissor destas ondas.

O passageiro programa o número da linha que pretende usar. Quando o ônibus dessa linha está chegando perto, o aparelho do deficiente emite um sinal, num raio de 100 metros, recebido pelo aparelho do ônibus.

O receptor do ônibus avisa o motorista da presença do passageiro com deficiência visual enquanto o emissor recebe o sinal de volta do ônibus alertando sobre a aproximação do veículo.

O objetivo é evitar o constrangimento de toda a vez quer o portador de limitação visual depender de estranhos para se locomover de ônibus, aumentar sua segurança, evitando que pessoas com má intenção se aproveitem da condição destes passageiros, e dar mais liberdade na mobilidade urbana.

O sistema teve como uma das primeiras cidades Jaú, no Interior Paulista. Ribeirão Preto, também no interior de São Paulo anunciou o uso dos aparelhos assim que a licitação fosse concluída.

No Rio de Janeiro, a cidade de Niterói, o sistema foi adotado no mês de maio, a título de testes, na linha 49 que atende as zonas Sul e Norte da cidade.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro, Seterj, dois mil deficientes audiovisuais usam transporte coletivo em Niterói.

Já em Volta Redonda, onde mais recentemente foi aprovado projeto para uso do aparelho, são 438 pessoas com problemas visuais que usam os ônibus da cidade, de acordo com o Sindpass – Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros. Deste total, 122 têm falta de visão total e 316 deficiência parcial.

O preço para implantar o sistema não pe considerado alto pelo ganho social que ele traz: R$ 600,00 o aparelho receptor e que avisa o motorista dentro do ônibus e R$ 200,00 o custo do aparelho que fuça com o passageiro portador de necessidade especial.

A frota de Volta Redonda é de cerca de 200 ônibus.

Com o desenvolvimento e aprimoramento dos testes, a Prefeitura e as empresas de ônibus acreditam que mais pessoas que portem limitação visual, que hoje não usam o transporte coletivo, possam ser atraídas para o sistema.

E este deve ser o objetivo: inclusão. Derrubar barreiras e permitir que o uso do transporte público seja universal, um serviço para o público em geral, como o próprio nome diz.


Fonte: Blog ponto de ônibus (Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes).

Maringá: Tarifa menor e Licitação exemplar

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Quem usar os ônibus municipais de Maringá, no Paraná, fora dos horários de pico vai ter desconto nas tarifas.

A medida faz parte de uma série de mudanças nos transportes da cidade depois da licitação que teve como vencedora a empresa Transporte Coletivo Cidade Canção.

Quem portar o Cartão Passe Fácil vai pagar R$ 1,87 se fazer uso do ônibus das 8h30 às 11h00 e das 13h30 às 16h00.

Apesar de o valor ser menor que a tarifa convencional, a empresa não perde, pois a tendência é de mais passageiros usem o sistema e num horário que antes era pouco atrativo. Assim, a empresa não ganha na unidade, mas ganha no total final de passageiros.

A lotação no horário de pico também deve diminuir. O princípio é que haja uma melhor distribuição da demanda.
A empresa vai colocar 72 veículos novos em operação.

No total, Maringá possui 267 veículos. Com os ônibus novos, a idade média caiu para cerca de 2 anos. Todos serão monitorados por GPS, que vão controlar não apenas o posicionamento dos veículos, mas os horários, falhas do motorista, desvios de trajeto, emergências e excesso de velocidade.

O sistema será acompanhado pela Setran – Secretaria de Transportes.

Com o GPS será possível também criar um banco de dados que deve servir para o planejamento operacional diante das mudanças pela constatação de demanda em pontos específicos cujo número de passageiros pode aumentar com as transformações urbanas de Maringá.

O GPS vai fornecer informações reais do sistema o que pode auxiliar em mudanças de linhas, itinerários e quantidade de ônibus de acordo com as necessidades por horário e região.

O gerente de transporte coletivo da Setran, Mauro Menegazzo, afirmou que com o aperfeiçoamento do sistema, os intervalos máximos entre os ônibus não deve ultrapassar 20 minutos em horários de pico e 30 minutos dos horários de menor movimento, sendo que este intervalo deve ser o máximo, há linhas cujo tempo entre um veículo e outro vai ser bem menor.

A Secretaria também informou que entre 60 e 90 dias devem ser criados 100 novos pontos de venda do Cartão Passe Fácil e dos créditos para os passageiros.

Atualmente são apenas 06 pontos de venda na cidade de Maringá.

As mudanças são provas de que uma licitação de transportes bem sucedida traz benefícios aos passageiros e às empresas. Benefícios que não precisam se contrapor. As exigências de uma licitação podem ser maiores, mas com um sistema mais organizado, sem sobreposições com linhas menores nos bairros e menos ônibus indo para o centro, com uma base de dados confiável, como a informatizada pelo GPS, as empresas acabam administrando melhor os seus negócios e o passageiro ganha em qualidade.

Infelizmente, muitos empresários ainda têm suas mentes na época das permissões precárias e acham que só tarifas caras trazem lucros ao sistema.

Muitas vezes, um desconto tarifário pode ser mais vantajoso ao atrair mais pessoas, principalmente as que fazem longos trajetos a pé, ou mesmo fazendo com que o transporte coletivo seja mais barato que muitos deslocamentos de carro.

Hoje, em algumas cidades, andar de carro é mais barato que ônibus. Principalmente para as pessoas que precisam de mais de um ônibus em cidades onde não há integrações.


Fonte: Blog ponto de ônibus (Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.)

sábado, 16 de julho de 2011

Novos Insular

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A Insular Transporte Coletivos que atua no sul da ilha de Florianópolis acaba de adquirir 10 novas unidades de Marcopolo Torino 2007 Mercedes-Benz OF 1722M. Os veículos possuem os prefixos de 5134 a 5143.
Foto Tirada na Revendera Mercedes-Benz da
Grande Florianópolis DVA.

Com essa aquisição serão aposentados 5 Busscar Urbanus Volkswagen 16-180 CO 1996 (prefixos de 5330 a 5334) que foram adquiridos na época da extinta Limoense e passaram pela Ribeironense e na Atual Insular.

Antigos Busscar Urbanus VW 16-180CO 1996

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O modal certo no tempo certo

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ônibus BRT
Foto: Adamo Bazani
O Prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, participou da entrega, nesta quinta-feira, dia 14 de julho de 2011, de mais 196 ônibus, comprados por parte das empresas que operam a RIT – Rede Integrada de Transportes.

Os veículos fazem parte do projeto de renovação de 25% do total da frota dos ônibus que servem o sistema. O objetivo é de que até dezembro sejam colocados 557 ônibus zero quilômetro.

Entre os ônibus que foram apresentados nesta quinta-feira, 14 são biarticulados e vão prestar serviços na linha Centenário / Campo Comprido. No total, devem ser 26 neste serviço.

Todos são da cor vermelha do Modelo Neobus Mega BRT, chassi Volvo, que apresentam mais espaço interno, número do ônibus e informações escritas ao passageiros também em braile para portadores de limitações visuais, capacidade para 250 mil passageiros, vidros escurecidos, janelas panorâmicas, avisos sonoros para alertar motoristas e usuários de embarque e desembarque de pessoas com deficiência, são movidos 100 % a biodisel e aumentam a oferta de lugares e capacidade do sistema. A linha Centenário / Campo Comprido transporta diariamente 100 mil pessoas.

O modelo é semelhante aos dos Ligeirões da cor azul, uma nova padronização para o serviço de maior capacidade. No mês de março, foram apresentados 24 “Ligeirões Azuis”, também Neobus Mega BRT, que prestam serviços nas linhas do Expresso Boqueirão e da Linha Verde.

Nesta quinta-feira, também foram entregues 28 ligeirinhos para a linha Pinhas – Campo Comprido, que transporta diariamente 45 mil passageiros. Foram entregues também 89 ligeirinhos para outras linhas.

O Ligeirinho é um serviço rápido de ônibus, que para apenas nas estações de maior movimento, não parando em todos os pontos, o que reduz o tempo das viagens.

O PAC DA MOBILIDADE PARA CURITIBA:

A cidade de Curitiba é uma das que possuem as obras previstas para contarem com o orçamento do PAC da Mobilidade em estágio mais adiantado.

Dois fatos básicos podem explicar essa realidade. O primeiro é que independentemente de Copa do Mundo, a cidade já tinha um plano de mobilidade que levava em conta as necessidades dos cidadãos. Estas obras também vão atender a demanda da Copa, mas para o mundial, serão feitas pequenas adaptações.

É diferente da realidade de São Paulo, que seguia muito lentamente na priorização do transporte público e quando a necessidade maior imposta pelo mundial chegou, a cidade praticamente não sabia para onde correr.

Primeiro era a linha 17 Ouro do Morumbi, que está prevista para ligar o bairro nobre de São Paulo ao Jabaquara, passando pelo Aeroporto de Congonhas. A obra leva em conta servir o estádio do Morumbi, do São Paulo. As promessas eram de conclusão das obras no final de 2012 ou em 2013. Mas foi a Fifa descartar o estádio do tricolor paulista, que ao monotrilho da linha 17 caiu para a segunda divisão das prioridades nos transportes.

Agora as atenções são para a zona Leste de São Paulo, onde os jogos devem ocorrer no eventual estádio do Corinthians. O mesmo que Lula (Dilma) e Kassab diziam que não teria recursos públicos e hoje que quase vai ser doado para a população. E o pior que boa parte das obtras da zona Leste serão viárias, para automóveis. O poder público só fala que vai investir na já existente linha 3 Vermelha do Metro (Corinthians – Itaquera / Palmeiras – Barra Funda) e em terminais de ônibus urbanos. Mas, talvez por falta de planejamento, não especifica como.

Outra diferença é que Curitiba investiu no aperfeiçoamento do modal financeiramente mais em conta, porém de voa capacidade, que são os ônibus do BRT – Bus Rapid Transit, corredores de ônibus modernos, com pontos de ultrapassagem, pré-embarque (possibilidade de pagar a tarifa antes de entrar no ônibus, o que diminui o tempo nas paradas), acessibilidade para portadores de deficiência e veículos confortáveis.

Um quilômetro de VLT custa de 4 a 5 vezes menos que VLTs (Veículos Leves Sobre Trilhos) ou que o Monotrilho.

A modernização dos ônibus pode aumentar o serviço prestado. Por exemplo, no caso do Ligeirão das linhas do Boqueirão e Verde, o aumento da capacidade foi de 47%, segundo a URBS, Urbanização de Curitiba, autarquia responsável pelo gerenciamento e fiscalização do sistema de ônibus e transportes em geral na Região Metropolitana de Curitiba.

Para o PAC da Mobilidade, Curitiba incluiu as seguintes obras:

  • Criação do Expresso Ligeirão Norte. O ônibus vai ligar a praça do Japão ao Terminal Santa Cândida. Segundo a prefeitura, as obras devem começar em agosto. O Terminal Santa Cândida será ampliado e reformado
  • Ligeirão Leste Oeste, que vai ligar o novo sistema a bairros de grande demanda como Centenário e Campo Comprido.
  • Duplicação da Capacidade do Ligeirinho Inter 2. que hoje transporta 77 mil passageiros diários, em 38 quilômetros e 12 bairros. Para essa duplicação ser concretizada, haverá duplicação viária e revitalização dos terminais Cabral, Campina do Siqueira, Portão, Capão Raso e Capão da Imbuia; O interessante é que em alguns terminais o ônibus expresso vai parar como um metrô, no subsolo, e as demais linhas na superfíce.


São serviços de capacidade média que podem se tornar grandes com investimentos dentro da realidade dos cofres públicos sem explorar o dinheiro do público.

Fonte: Blog ponto de ônibus (Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes).

Volare com 40 mil ônibus quer ampliar liderança nos 13 anos de história

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minionibus
Foto: Júlio Soares
O mercado de ônibus está cada vez mais diversificado. É possível encontrar veículos de transporte coletivo quase do mesmo comprimento de carros até o maior ônibus do mundo, que é o brasileiro Mega Bus BRT, de 28 metros de comprimento. Há ônibus baixos, um pouco maiores que vans, e ônibus de quase cinco metros de altura.

A sociedade tem diferentes agentes, diversas atividades econômicas, e a indústria brasileira consegue colocar ônibus para todas elas.

Um dos mercados que cresceu, devido a necessidade de transportar pessoas de forma coletiva, mas ocupando o menor espaço possível nas disputadas ruas das cidades e que também atende a pequenas demandas, mas que necessitam de deslocamento, é o de miniônibus. Veículos que não passam de 9 toneladas.

A Volare, empresa do Grupo Marcopolo, percebeu essa necessidade por ônibus de pequeno porte e se dedicou somente a este segmento. A Marcopolo atende a todas configurações de veículos: micros, convencionais, articulados, de dois andares, em versões urbanas e rodoviárias dependendo da configuração. Os ônibus rodoviários e alguns urbanos e articulados são feitos na sede em Caxias do Sul e a maior parte dos urbanos, em especial do modelo Torino, é feita na sede da Ciferal, no Rio de Janeiro, empresa que tem muita história e que foi comprada pela Marcopolo em 2001.

A produção dos minis foi concentrada na Volare, também no Sul do País.

A Volare comemorou 13 anos em junho com a entrega do minionibus número 40 mil.

A entrega foi feita à empresa Imetame Metalmecânica, de Aracruz, no Espírito Santo, que atua nos setores de Celulose, Papel, Siderurgia e Mineração.

O modelo comemorativo número 40 mil é um W Fly Executivo W9 para transporte de funcionários.

A Volare lançou neste ano o modelo W Fly em modelos diferentes (W 9 e D W 9, versõesUrbano, Executivo e a inédita Limousine ) nos mercados brasileiro e do Restante da América do Sul.

O ônibus de número 40 mil foi uma conquista para a empresa, sem dúvida, mas o número já ficou para trás.

A Volare que tem mais de 50% no mercado de minionibus (de até 9 toneladas) quer mais e prevê um crescimento para este ano de 10%, com vendas próximas a 4500 unidades.

No primeiro semestre de 2011, a Volare já comercializou 1800 ônibus deste pequeno porte, o que significa, pela expectativa de 4500 unidades, que a maioria ainda vem por aí.

O câmbio, com o real valorizado frente ao dólar, e a carga tributária, não permitem um cenário favorável para o mercado de ônibus no exterior. O que vai garantir 2011 como um ano recordista na produção de ônibus é o mercado interno por vários fatores: antecipação de renovação da frota por parte de empresários que querem escapar dos veículos que atendam a nova legislação de redução de emissão de poluentes (Proconve p 7 – Euro V), que devem custar entre 10% e 15% mais caros, licitações regionais, renovações previstas já para este ano, as primeiras movimentações para os eventos esportivos mundiais, como Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, a licitação de mais de 2 mil linhas interestaduais gerenciadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestes), as eleições municipais (quando as renovações ocorrem, mesmo sendo as empresas particulares, para que o agente público tenha um ganho de imagem), entre outras.

Mesmo com este cenário nem tanto favorável para o mercado externo, a Volare prevê que as exportações representem entre 5% e 10% do total produzido.

Apesar de os minionibus serem muito conhecidos pelo transporte escolar, ele tem aplicações urbanas, rurais e de traslados, por exemplo, entre aeroportos e hotéis, o que será um mercado promissor nos anos de eventos internacionais.

Fonte: Blog ponto de ônibus (Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.)

Prefeito acerta detalhes da instalação da MaxiBus em Sobral

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O prefeito Veveu está de volta a Caxias do Sul (RS). O objetivo da vista é tratar dos detalhes acerca do projeto de instalação de uma unidade da montadora de ônibus MaxiBus, de propriedade do empresário Beno Pedrum. Ele esteve recentemente em Sobral, a convite do prefeito Veveu, que apresentou os incentivos que Sobral oferece aos empreendedores com interesse na interiorização de projetos na área de implantação de novas indústrias e geração de empregos.

Após haver constatado a viabilidade de Sobral para sediar uma unidade da MaxiBus, o empresário já acenou positivamente quanto à instalação da montadora de ônibus no solo sobralense, fato que levou o prefeito a revisitar Caxias do Sul e tratar de detalhes desse projeto, bem como buscar novos interessados em investimentos no Município.

Fonte: Fortalbus.com e Ceará em Rede

Alagoas: SMTT anuncia Integração Temporal de linhas de ônibus em Maceió

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Quem anda de ônibus em Maceió terá mais uma facilidade a partir do próximo dia 30 deste mês. Trata-se da "Integração Temporal" que permitirá ao usuário trocar de ônibus pagando apenas uma passagem, sem precisar passar por um terminal. O usuário que precisa pegar dois ônibus para ir ao trabalho, pagará a primeira passagem e terá até 60 minutos para pegar o segundo coletivo, sem pagar a mais por isso. Qualquer pessoa com o passe eletrônico poderá usufruir deste benefício, inclusive os estudantes.

Os ônibus que fazem as linhas citadas terão adesivos da Integração Temporal, proporcionando ao usuário a identificação imediata. Segundo a Assessoria de Transportes Urbanos (Assestru), da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), neste primeiro momento, a implantação da Integração Temporal contemplará apenas três linhas em fase experimental, devendo ser ampliada nos próximos meses até atender todas as linhas que operam no complexo do Benedito Bentes.

Linhas que farão parte da Integração Temporal:

  • Linha 703 – Benedito Bentes / Ponta Verde – Via Gruta
  • Linha 704 – Benedito Bentes / Ponta Verde – Via Farol
  • Linha 809 – Alimentador / Conjunto Selma Bandeira
Fonte: Fortalbus.com e SMTT de Maceió.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mauá quer padronizar pinturas de ônibus em época de eleição

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Leblon Transporte
Foto: Adamo Bazani
Mauá, na Grande São Paulo, que tem vários problemas de transportes, mas que tem recebido elogios pelas mudanças que vem realizando, como a entrada de uma nova empresa operadora, a instalação de um sistema tronco-alimentador de uso de linhas mais racionais e a renovação de frota, pode tomar uma medida que deve desagradar os usuários do sistema.

A administração municipal estuda em criar uma autarquia de transportes e como primeira medida quer padronizar as pinturas dos ônibus que operam os dois lotes da cidade.

Atualmente, a vida do passageiro de ônibus de Mauá, principalmente dos que possuem mais dificuldades de visão, foi facilitada, pelo fato de as duas empresas terem cores e desenhos diferentes. A VCM – Viação Cidade de Mauá – adora a padronização antiga com as cores branca, vermelha e azul, formando uma espécie de sorriso no desenho, igual ao símbolo da prefeitura.

A operadora mais nova, Leblon Transporte de Passageiros Ltda, que presta serviços desde 06 de novembro de 2010, já possui uma pintura mais sofisticada: prata e azul com uma águia formada por rostos humanos.

De acordo com a empresa, a pintura foi permitida desde a época do edital de licitação e foi feita especialmente para Mauá, já que onde opera há mais tempo, nas cidades de Fazenda Rio Grande e Curitiba, no Paraná, há padronização das cores dos ônibus conforme os serviços e linhas atendidos.

A pintura concorre a prêmios nacionais de desenhos de frota.

A empresa diz que o desenho reflete o que deve ser os transportes coletivos. Um transportador deve ter a força, a agilidade e a visão de uma águia, que é determinada em seus objetivos e impõe respeito. Mas ela abriga a quem é responsável. Como os transportes são feitos por seres humanos e para seres humanos, os rostos formam a águia demonstrando a preocupação e a prioridade que os serviços devem dar ao ser humano. Ou seja, são seres humanos servindo seres humanos, na visão da empresa.

A população acha bonita a pintura, que é metálica e escolhe as cores azul e prata para fazer uma referência às cores da cidade e também ser uma combinação suave, não agressiva e que não destoa na paisagem urbana.

A população aprova, tanto pela beleza da pintura, na opinião dos usuários, como pela facilidade de diferenciar os dois serviços.

Mas Mauá, em ano de eleição, quer nivelar as duas empresas de ônibus, impossibilitando de o passageiro por ele mesmo saber as diferenças entre elas de maneira mais fácil, e impor sua marca.

É verdade que o poder público tem méritos nas mudanças que ocorrem nos transportes de Mauá.

Mas vale ressaltar, antes de colocar sua marca nos ônibus com predominância, que foram as empresas que compraram os veículos e que investiram milhões em renovação da frota. A Leblon entrou na cidade com todos 86 ônibus 0 km e a Viação Cidade de Mauá também trouxe vários veículos novos.

Já existe até um profissional na área de design elaborando a pintura da Prefeitura.

Só de saber que duas empresas diferentes podem ser niveladas e que a identificação dos ônibus nas ruas será mais difícil, a população não aprova a idéia.

Mauá se destacava justamente por quebrar os paradigmas das padronizações.

A questão da padronização das pinturas de ônibus é polêmica e mostra o quanto as diversas esferas do poder público querem aproveitar cada espaço na cidade para imporem suas marcas e as dos seus respectivos partidos.

Há vários casos emblemáticos que fizeram com que o dinheiro público e das empresas de ônibus, que vem do público também, fosse tratado de foram ridícula também.

No início dos anos 2000, quando Marta Suplicy assumiu a Prefeitura de São Paulo, a pintura que era para ser padrão na cidade tinha cinco “bonequinhos”, de bracinhos dados, que davam a impressão de serem estrelas vermelhas. O símbolo, que a administração pública dizia representar união e integração, na verdade mais lembrava a estrela do PT, símbolo do partido de Marta Suplicy.

A prefeita foi obrigada a mudar a padronização para uma mais racional adotada nos dias de hoje, apesar de tal padronização não dar direito de o cidadão saber de maneira facilitada a empresa que presta serviços.

Em Santo André, o desrespeito com o dinheiro dos passageiros foi maior ainda.

No final de 2008, o prefeito petista João Avamileno determinou que o azulão que já padronizava os ônibus da cidade desde 1997, quando o Prefeito Celso Daniel privatizou os serviços operacionais da EPT (Empresa Pública de Transportes) e reorganizou os transportes, fosse substituído por uma pintura nas cores branca e vermelha, ciom um pequeno detalhe azul.

No mesmo ano, o candidato a Prefeitura Vanderlei Siraque, do PT, cotado como favorito perde as eleições para o médico Aidan Ravin, do PTB, partido rival histórico do PT na cidade.

Em 2009, quando Ravin assumiu, uma das primeiras medidas foi determinar a troca da cor dos ônibus. Com o mesmo desenho, o vermelho teve de dar lugar ao azul. Ocorre que as empresas nem tiveram tempo de trocar o azulão de Celso Daniel, tiveram de adotar uma terceira pintura em menos de 09 meses depois da determinação do ex prefeito João Avamileno.

Em nome da política, a padronização, que em tese significa organização dos transportes virou bagunça total. Na mesma linha, havia empresas na cor azul Celso Daniel, vermelho João Avamileno e Azul mais claro no tom Aidan Ravin.

O petebista afirmava que os ônibus e os pontos tinham de ter as cores da bandeira da cidade e que não havia motivação política. Mas o objetivo seria mesmo apagar as marcas do PT na cidade.

Com isso, dinheiro das passagens das empresas de ônibus que poderia ser investido em renovação de frota, em manutenção ou mesmo no caixa para a saúde financeira da empresa, foi gasto em tinta. O nome EPT, que já era gerenciadora dos transportes, foi trocado para SATRANS. Ocorre que a autarquia não mudou praticamente em nada sua função. O munícipe teve dinheiro gasto, com a burocracia de mudança de nome, só para que o nome da antiga administração não fosse lembrado mais pela população.

Teve de aderia à pintura de Aidan até mesmo a Expresso Guarará, que não faz parte do Consórcio União Santo André, pois opera depois de vencer a licitação do Sistema de Vila Luzita, que possui um corredor, terminal e linhas alimentadoras (AL) e troncais (TR), tinha uma pintura diferenciada para mostrar que prestava serviços em um sistema diferente. Era uma pintura predominantemente branca, com detalhes azuis e vermelhos.

Em Santo André a situação é tão explícita que, com exceção da Expresso Guarará, todos os ônibus do Consórcio União Santo André sequer levam os nomes de suas empresas, Na parte traseira dos veículos, está escrito União Santo André, o nome do Consórcio. Se o passageiro quiser saber qual empresa o serve ou qual o ônibus por exemplo que arrancou o retrovisor de um carro e fugiu, tem de decorar o prefixo que fica na frente do número do ônibus, o que ninguém é obrigado a saber. (01 –Viações Guaianazes e Curuçá, 02 Viação Vaz, 03 Transporte Coletivo Parque das Nações, 04 ETURSA – Empresa de Transportes Urbanos Rodoviários de Santo André e 05 – EUSA – Empresa Urbana Santo André).

O Rio de Janeiro, considerada a capital exemplo de preservação das pinturas de ônibus que preservavam a identidade que as pessoas tinham com as empresas, aboliu neste ano esta ligação entre população e transportes públicos, e na formação dos consórcios adotou pinturas padronizadas.

Agora com Mauá, deve se repetir a novela.

Os ônibus, que começaram a ter aprovação de parte da população, vão ter de seguir a caprichos de administração pública, coincidência ou não, em ano de eleições.

Fonte: Blog ponto de ônibus (Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.)

Manaus começa receber novos ônibus urbanos

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Treze ônibus chegaram nesta quarta-feira (13) no porto da Sanave localizado no bairro da Compensa, zona oeste. Estes pertencem à primeira leva de 40 ônibus que devem chegar até amanhã em Manaus.

Segundo o assessor de comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), Fernando Reis, os 13 ônibus chegaram hoje de manhã e são da empresa City Transportes, que atua na zona oeste da cidade. “Assim que liberados pelo porto, os ônibus serão levados até o Detran onde vão ser emplacados para entrar em circulação. Entre 7 a 10 dias esses veículos já vão ser usados pela população”, afirma Reis. 
Foto: Divulgação
FOTO: MÁRCIO SILVA - DIVULGAÇÃO
A previsão do Sinetram é que cheguem mais 27 coletivos amanhã totalizando os 40 primeiros novos ônibus da cidade. As empresas de transporte, que ganharam o processo licitatório deste ano, têm até o fim de agosto para entregar os 400 ônibus novos para a Prefeitura de Manaus.

Com informações do jornal A Crítica

DF: Donos da Coopatram tentam fazer protesto contra decisão judicial

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Os cooperados da Cooperativa de Profissionais Autônomos de Transporte de Samambaia (Coopatram) tentaram, nesta manhã de quarta-feira (13/7), iniciar uma manifestação na BR-020. Os donos da Coopatram pretendiam fechar a rodovia com pneus em chamas. No entanto, uma ação da polícia que retirou os pneus impediu o protesto.

A manifestação tinham o objetivo de pressionar a Justiça a liberar os veículos da Coopatram que faziam as linhas Planaltina, Vale do Amanhecer e Arapoanga e foram apreendidos após uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), de acordo um dos diretores do Sindicato dos Rodoviários, José Carlos Fonseca, mais conhecido como Gibran.

Conheça o caso:

A Justiça determinou, em junho, a apreensão de todos os ônibus da Coopatram devido ao não pagamento de uma dívida da cooperativa com o Banco de Brasília (BRB). De acordo com informações do processo, a dívida tem origem em um financiamento de 100 ônibus da empresa.

A Coopatram vem operando com dificuldades financeiras desde o início do ano. Em março, todos os 350 funcionários da cooperativa cruzaram os braços e resolveram paralisar os serviços. Em fevereiro, os coletivos da empresa ficaram parados por 22 dias.

Para evitar transtornos aos passageiros, na época, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) prometeu providenciar coletivos para atender os itinerários operados pela Coopatram, em especial de Planaltina para o Plano Piloto.

Fonte: Rede Integrada de Transportes, Eixo Goiânia - Brasília e entorno.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fortaleza: Ônibus são alvos de "pedradas"

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Esferas de aço e pedras foram os instrumentos utilizados na ação contra os ônibus na noite de terça-feira
Menos de 24 horas depois de terem fechado a garagem da empresa de ônibus Santa Cecília - por três horas, das 4h às sete da manhã da segunda-feira- outro incidente acontece envolvendo a frota de transporte coletivo de Fortaleza. Desta vez, foram apedrejados 21 veículos na Capital. Segundo informou o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), a ação ocorreu em vários corredores de ônibus de Fortaleza. Entre a Avenida Aguanambi e a BR-116, além dos trechos que compreendem a Avenida Perimetral, à altura do Sítio Córrego, Avenida Osório de Paiva, e na Avenida João Pessoa.

Segundo o Ciops, os veículos foram abordados por motoqueiros com garupeiros portando estilingues. O ataque foi feito com esferas de aço atiradas em direção aos veículos. Boletins de Ocorrências (BO) foram efetuados e contaram com testemunhos de usuários. Não há informação de feridos na ação contra os veículos.

Segundo a assessoria de imprensa do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), ainda podem haver outros veículos avariados. Segundo a assessoria, estes 21 veículos foram os que o Ciops tem o registro do Boletim de Ocorrência. Há duas semanas, um motorista de ônibus sofreu uma agressão similar à de ontem. Segundo o Sindiônibus, ele está com uma esfera de aço alojada no ouvido.

Na próxima sexta-feira, haverá rodada de negociações entre o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado (Sintro) e Sindiônibus. A equipe de reportagem procurou ouvir a direção do Sintro sobre o ataque aos ônibus em Fortaleza. O celular estava desligado. Não houve retorno.

Fonte: Fortalbus.com

Porto Alegre rumo ao futuro do transporte coletivo

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FotoRicardo Giusti/PMPA/Divulgação
Uma frota de 12 ônibus articulados, um deles do tipo BRT (BusRapid Transit), e 8 ônibus convencionais fazem parte da nova frota de Porto Alegre.

Os veículos devem servir os seguintes bairros: Restinga, Lami, Hípica, Belém Novo, Vila Nova e Serraria. Os ônibus são da linha Juca Batista.

Na apresentação dos ônibus novos, e admirado pelo Neobus Mega BRT, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunari, afirmou que o transporte da cidade será mais eficiente e racional com a ampliação e modernização dos corredores de ônibus.

“A partir da mudança dos corredores de ônibus, a cidade terá um grande ganho na integração com o transporte da Região Metropolitana e dos bairros mais afastados” – afirmou Fortunari.

O prefeito também informou que são hoje realizadas 30 mil viagens dos bairros para o centro da cidade. Com a implantação dos BRTs., que disponibilizam um espaço preferencial para os ônibus, a tendência é de que menos veículos com maior velocidade, sem interferência do trânsito, conseguirão fazer mais viagens, ajudando na diminuição da poluição e do trânsito. Um sistema de transporte público eficiente também atrai pessoas que usam os carros para os ônibus.

Os ônibus custaram cerca de R$ 700 mil em média, num investimento inicial de R$ 20 milhões e pertencem ao consórcio STS.

A te o final do ano, o Consórcio STS pretende colocar 49 ônibus novos nas ruas, dos quais 25 vão ser articulados.

Em todo o sistema, a EPTC – Empresa Pública de Transporte e Circulação, de Porto Alegre, acredita que 270 ônibus novos prestarão serviços até o final deste ano de 2011.

A Associação dos Transportadores Públicos destaca que as integrações com os trens do Trensurb e a segunda tarifa gratuita dentro de um prazo entre ônibus aumentaram o número de passageiros do sistema de ônibus.

O presidente da entidade, Ênio dos Reis, disse ao Jornal do Comércio, que por causa das integrações, as pessoas estão deixando o carro em casa.

“Foram mais de 700 mil integrações nos últimos dias, muitas pessoas estão deixando seus veículos no início do percurso e adotando o transporte coletivo”, disse Ênio

Visão feral do sistema:

  • Número de linhas: 343
  • Passageiros: 1 milhão e 100 mil usuários por dia
  • Isenções de pagamento de tarifa: 200 mil pessoas
  • Corredores: 55 quilômetros:
  • Pontos de Parada: 5 mil (92 estações)
A estimativa é de aumento no número de corredores exclusivos.

Fonte: Blog Ponto de Ônibus (Adamo Bazani, jornaltsta da Rádio CBN, Especializado em transportes).

sábado, 9 de julho de 2011

Catarinense adquire novos Paradisos G7 1600 LD

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		Auto Viação Catarinense 3200 por Eugênio Ilzo da Silva
Foto: EUGÊNIO ILZO DA SILVA
A Viação Catarinense que opera diversos trechos no sul e sudeste do país, surpreendeu seus clientes e admiradores mais uma vez. A empresa começou a receber os novos ônibus Paradiso 1600 LD em sua sétima geração (G7) da Fabricante de Carrocerias Marcopolo, montados sobre chassis Scania K380.

Com a novidade, chega também a mudança da identidade visual da Catarinense, que neste primeiro momento não agrada alguns clientes e admiradores em todo o país.

O layout clean, valorizando o nome da empresa é destaque e as listras azul e vermelhas, se tornam uma linha que corta o veículo de uma ponta a outra.

		Auto Viação Catarinense 3200 por Eugênio Ilzo da Silva
Foto: EUGÊNIO ILZO DA SILVA
Nos principais sites especializados em transporte, muitos admiradores começam a expressas suas opiniões muitas contrárias a novidade.

Queremos saber sua opinião sobre a nova identidade visual da Catarinense. Deixe um comentário.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Porto Alegre: Implantação do sistema de integração para o cartão TRI

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A partir de hoje começam a valer novidades no transporte público da Capital Gaúcha

Com um mesmo cartão, seja do Transporte Integrado (TRI) ou do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), é possível andar de trem e ônibus. Ainda nos ônibus, somente em Porto Alegre, a segunda passagem integrada é gratuita, mesmo para estudantes. 

Confira as mudanças, fruto de uma parceria entre prefeitura de Porto Alegre, Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) e Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP).

Fique por dentro:

O que é o tempo de integração?

É o tempo que o passageiro terá para embarcar no segundo ônibus sem ter que pagar pela segunda passagem.

Como é feito o cálculo do tempo de integração?

As linhas de ônibus foram divididas em cinco grupos, de acordo com o tempo total da viagem: 20, 40, 60, 80 e 100 ou mais minutos. Ao passar o cartão, o computador calcula quanto tempo falta para o fim do percurso e acrescenta 30 minutos.

Como o validador do segundo ônibus calcula o tempo?

O registro da soma é gravado no cartão. Assim, o validador do segundo ônibus relaciona o tempo registrado no cartão com a hora do segundo embarque e garante ou não a isenção. Até ontem, o processo já ocorria para o desconto de 50% na segunda passagem.

Quem embarca no meio do trajeto tem o tempo total da viagem mais os 30 minutos?

Não. O validador desconta o tempo já corrido e acrescenta aos 30 minutos apenas o tempo restante até o fim da linha.

É possível ir e voltar pagando uma passagem?

Sim, desde que o usuário use somente um ônibus para ir e outro para voltar. Um passageiro que desembarcar na metade do caminho de uma linha de 80 minutos, por exemplo, terá outros 70 (os 40 minutos restantes da viagem mais os 30 minutos) para pegar o segundo ônibus.

Evitar passar pela roleta vai aumentar o tempo para pegar o segundo ônibus gratuitamente?

Não. A conta é feita a partir do tempo que falta para o fim do percurso. Assim, quem passar pela roleta cinco minutos antes do fim da linha, terá apenas cinco minutos acrescidos aos 30.

E se o ônibus atrasar? 

O cálculo da média de tempo que um ônibus leva do início ao fim do trajeto já abrange eventuais atrasos causados pelo trânsito. Se o atraso extrapolar o tempo para fazer a integração, a passagem será cobrada normalmente.

A segunda viagem gratuita pode levar a aumento na passagem? 

Não. A ATP acredita que o benefício vai atrair mais usuários em horários em que há baixa procura pelos ônibus. Isso garantiria a manutenção dos valores atuais.

Quem paga em dinheiro também tem este direito? 

Não. Somente usuários dos cartões TRI e SIM terão direito à segunda passagem gratuita.

Qual a diferença entre os cartões TRI e SIM?

O TRI é o cartão usado nos ônibus de Porto Alegre e o SIM é o cartão da Trensurb usado no trem. A partir de hoje, os dois cartões poderão ser usados tanto no ônibus quanto no trem.

O benefício tem limite de uso por dia?

Não. A isenção ocorrerá toda vez que o passageiro utilizar dois ônibus para se deslocar, dentro do tempo da integração.

Trensurb amplia viagens nos horários de pico

A Trensurb anunciou ontem que aumentará as viagens nos horários de pico. Para isso, haverá a adoção de um novo sistema. Atualmente, todos os trens circulam entre as estações São Leopoldo e Mercado. A partir de terça-feira, alguns veículos pegarão passageiros apenas entre a estação Sapucaia e a Mercado. Com mais trens em circulação, haverá redução no intervalo entre as viagens, acrescendo a capacidade em mais de 2 mil passageiros.

O horário de pico matutino nas viagens de Sapucaia ao Mercado - com intervalos de quatro ou cinco minutos entre os trens - é ampliado em 28 minutos e passa a ser das 6h23min às 8h30min. O número de viagens aumenta de 27 para 29.

À tarde, o horário de pico nas viagens da Estação Mercado à Estação Sapucaia aumenta em oito minutos, indo das 17h13min às 18h51min. As viagens aumentam de 21 para 23.

O usuário precisará observar com atenção o indicador de destino dos trens - nos horários de pico da manhã e da tarde -, para certificar-se de embarcar no veículo certo. Saindo da Capital, um trem vai até a Estação Sapucaia, e o seguinte até a Estação São Leopoldo - e assim sucessivamente. Em direção a Porto Alegre, não é necessário cuidar, pois todos os trens têm como final a Estação Mercado.

Novidade na frota da Capital

Porto Alegre conheceu ontem o ônibus que passará a integrar a frota da Capital. Conhecido como BRT, o veículo tem espaço para 120 pessoas, piso interno antiderrapante produzido com materiais para alto trânsito, o que evita o desgaste frequente, e bancos ergonômicos, que possibilitam maior comodidade e correta manutenção da postura, além da fácil higienização. Tem letreiros digitais internos e externos que disponibilizam informações úteis como temperatura e localização da linha no momento. O BRT circulará a partir desta primeira semana de julho, e rodará, inicialmente, em diferentes pontos da cidade.
Novo ônibus vai circular em Porto Alegre - Divulgação, ATP
 Fonte: Zero Hora