quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pará: Prefeito de Belém esclarece benefícios do BRT


O prefeito Duciomar Costa voltou a afirmar que houve da parte da prefeitura de Belém a iniciativa de buscar solução de integrar o Projeto de Trânsito Rápido (BRT) com o Ação Metrópole do Governo do Estado. Foi durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Belém (CMB), nesta terça-feira, na qual ele respondeu questionamentos referentes à implantação do projeto que beneficiará 600 mil pessoas usuárias de transporte público na capital paraense, e que teve a primeira etapa das obras iniciadas no dia 16 de janeiro.

“Como o projeto municipal para solução definitiva do transporte publico já estava montado, decidimos não ficar aguardando a solução de uma discussão que já dura 20 anos e que nunca saiu do papel. Demos um passo importante na implantação dessa primeira etapa do BRT, tendo, no entanto, o cuidado de dar condições para que nosso projeto possa ser adequado a qualquer momento, e possa receber a demanda de passageiros da região metropolitana, advinda do Ação Metrópole ou de outro projeto da mesma natureza”, garantiu Duciomar.


Ainda de acordo com Duciomar, a garantia para execução da obra do BRT está vinculada à funcional programática apresentada e constante no organograma financeiro, podendo a administração municipal entrar com até 20% dos recursos previstos para sua execução.


O público que assistiu à sessão ordinária especial recebeu com satisfação a informação de que as ciclovias das avenidas Augusto Montenegro e Almirante Barroso não serão eliminadas com a implantação do BRT. Pelo contrário, serão readequadas para a lateral direita das referidas vias.
Outra garantia comemorada foi de que as tarifas do transporte público não serão alteradas nem terão preços diferenciados para o usuário do BRT.

Também foi respondido pelo prefeito sobre ao valor do projeto, que em Belém apresenta um custo superior por metro quadrado, em comparação ao que está sendo implantado em Manaus(AM). Sobre esse aspecto de diferença de valores, Duciomar ressaltou que as planilhas que dão conta do orçamento de preços máximos e mínimos aplicados ao projeto explicam a diferença. Existindo no projeto de Belém, ainda, a necessidade de construção de elevados para solucionar a trafegabilidade no entorno do Complexo do Entroncamento – o que não existe na previsão orçamentária da capital do Amazonas.

Com informações: Fortalbus.com

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