“Nossa expectativa é que a demanda no Brasil continue aquecida nos próximos anos, em todos os segmentos. No exterior, a estabilização de importantes mercados e a recuperação de outros significativamente afetados pela crise de 2008 deverão impulsionar as atividades em nossas unidades. Precisamos estar preparados, tanto em capacidade de produção quanto em competitividade e eficiência”, justifica José Rubens de la Rosa, diretor-geral da Marcopolo.
Segundo o executivo, a exemplo dos investimentos programados para o triênio 2008/2010, as unidades brasileiras receberão os maiores volumes, já que respondem por 2/3 de sua produção mundial. “Vamos seguir investindo enfaticamente em tecnologia e inovação, tanto de produtos quanto de processos produtivos para sermos cada vez mais competitivos. Queremos também aumentar a nossa capacidade produtiva no Brasil, hoje em torno de 100 unidades/dia nas três plantas de Ana Rech e Planalto, em Caxias do Sul, e Ciferal, no Rio de Janeiro", afirma de la Rosa.
A encarroçadora garante que o investimento dará suporte para atender o mercado brasileiro nos próximos cinco anos, principalmente pela demanda gerada pelas cidades que estão adotando o sistema BRT. “Nosso foco está direcionado para duas frentes distintas: na expansão que será necessária para o transporte coletivo urbano, com a implementação de sistemas BRT (Bus Rapid Transit) em diversas capitais nacionais, e na renovação e ampliação da frota do segmento rodoviário, sobretudo devido ao crescimento do turismo”.
Até o final de 2011, a Marcopolo espera atingir 29,3 mil carrocerias produzidas, com receita liquida de R$ 3,15 bilhões. Deste total, cerca de 19,5 mil ônibus deverão ser fabricados no Brasil e os demais 9,8 mil nas fábricas da África do Sul, Argentina, Colômbia, Egito, Índia e México.
Com Informações da Transpo OnLine
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