No curtíssimo prazo, há uma opção na mesa da Justiça do Trabalho e na do sindicato dos mecânicos. A Busscar tenta retirar um terreno da lista de bens colocados em indisponibilidade pela Justiça.
A possibilidade desta venda se efetivar passa, obrigatoriamente, pela concordância da Vara do Trabalho e do sindicato dos trabalhadores. Claudio Nielson despista e evita detalhar. “Há um termo de confidencialidade com a outra parte (interessada na aquisição) e, por isso, não posso falar mais nada.”
“AN” apurou que o terreno fica na zona Sul e a petição da Busscar foi feita na 4ª Vara do Trabalho no dia 2 de agosto. O presidente do sindicato dos mecânicos, João Bruggmann, diz que o imóvel poderia ser vendido por R$ 10 milhões.
Enquanto não há definição, funcionários seguem sem receber salários. São quatro pagamentos pendentes: três salários e o 13º de 2009, o que totaliza R$ 18 milhões. Segundo Bruggmann, trabalhadores cogitam acampar na frente da empresa caso não seja apresentada uma solução.
“Pedimos para que esperem até o fim do prazo dado pela Justiça para o pagamento de parte dos valores atrasados. Nosso pedido é de que a Busscar libere os funcionários que queiram sair, mas não há sinal de que isso aconteça”, afirma.
Um comentário:
bah...cada vez mais complicada a situação do pessoal né...salário atrasado ninguém merece, mas vamos torcer apra que tudo seja resolvido o mais rápido possível.
abraço e aprabéns pela bela postagem.
Postar um comentário