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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pará: Prefeito de Belém esclarece benefícios do BRT

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O prefeito Duciomar Costa voltou a afirmar que houve da parte da prefeitura de Belém a iniciativa de buscar solução de integrar o Projeto de Trânsito Rápido (BRT) com o Ação Metrópole do Governo do Estado. Foi durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Belém (CMB), nesta terça-feira, na qual ele respondeu questionamentos referentes à implantação do projeto que beneficiará 600 mil pessoas usuárias de transporte público na capital paraense, e que teve a primeira etapa das obras iniciadas no dia 16 de janeiro.

“Como o projeto municipal para solução definitiva do transporte publico já estava montado, decidimos não ficar aguardando a solução de uma discussão que já dura 20 anos e que nunca saiu do papel. Demos um passo importante na implantação dessa primeira etapa do BRT, tendo, no entanto, o cuidado de dar condições para que nosso projeto possa ser adequado a qualquer momento, e possa receber a demanda de passageiros da região metropolitana, advinda do Ação Metrópole ou de outro projeto da mesma natureza”, garantiu Duciomar.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tarifa de ônibus em Santarém custará R$ 1,90

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Foi assinado na manhã desta segunda-feira (30), pela prefeita Maria do Carmo Martins Lima, decreto municipal que autoriza o reajuste da tarifa urbana no município de Santarém dos atuais R$ 1,70 para R$ 1,90 a partir desta quarta-feira, 1º de junho.

Na semana passada, em reunião realizada pelo Conselho Municipal de Transportes, os conselheiros deliberaram o valor de R$ 1,95 para a tarifa inteira. Porém, o valor dependia do aval da prefeita, que achou por bem conceder apenas R$ 0,20 de reajuste (cerca de 11,2%).

Os empresários do setor de transporte coletivo queriam a nova passagem a R$ 2,10, segundo planilha apresentada pelo sindicato da classe à secretaria municipal de Transporte e Trânsito (SMT), bem como o aumento do valor da meia-passagem que há dois anos está congelado.

De acordo com decreto assinado pela prefeita, a meia-passagem segue congelada em R$ 0,65. Já a domingueira (perímetro urbano) passará a custar R$ 1,30.

Com informações do Janela Amazônica e Fortalbus

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ônibus voltam a circular em Ananindeua e Marituba

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A greve dos rodoviários de Belém e Ananindeua terminou hoje (18), após a audiência de conciliação a portas fechadas feita pelo juiz Fernando Lobato Júnior da sede da 4ª Vara do Trabalho, em Ananindeua, que começou às 10h30 e terminou às 13h.

De acordo com Reginaldo Cordeiro, diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários em Empresas de Transporte de Passageiros nos Municípios de Ananindeua e Marituba (Sintram), o retorno dos coletivos aconteceu com a entrada do turno da tarde, por volta das 14h.

Conforme o assinado entre a patronal e os trabalhadores diante do juiz Fernando Lobato Júnior, da 4ª Vara do Trabalho, de Ananindeua, será repassado um aumetno salarial de 6%, o vale alimentação passará a ser de R$ 280,00 e o auxílio clínica será de R$ 28 mil.

Os trabalhadores rodoviários e os empresários do transporte coletivo estavam de portas fechadas desde a manhã, e logo os primeiros passos foram dados para o fim da greve. Os rodoviários desistiram de reivindicar a estabilidade sindical e os R$ 35 mil de auxílio clínica, mas a oferta dos empresários era de o repasse salarial no valor do INPC do período (5,49%); assim, o auxílio clínica seria de R$ 30 mil. Se o aumento salarial fosse igual ao de Belém (o que foi feito), de 6%, o auxílio saúde não poderia passar de R$ 25 mil.  Mas os empresários ampliaram a margem para R$ 28 mil e os rodoviários acabaram aceitando o acordo.

Sufoco

Durante todo o dia de ontem (17), cerca de 200 mil usuários foram prejudicados com a paralisação, que envolveu todas as sete empresas dos dois municípios.

Enquanto permaneceu o impasse, a população que mora em Ananindeua e Marituba e depende do transporte coletivo estão tendo que ter muita paciência. Com o cumprimento pelos rodoviários da determinação da Justiça do Trabalho de manter 40% da frota nas ruas e com as opções de alternativos, as paradas não permaneciam muito cheias. Mesmo assim, a população teve de encarar ônibus lotados ou pegar vans e kombis, igualmente abarrotadas de gente.

Os rodoviários optaram pela paralisação no último dia 12, por não conseguir um acordo com os empresários após cerca de seis rodadas de negociações. “Estamos fazendo um movimento tranquilo, sem problemas e cumprindo tudo que foi determinado”, afirmou Márcio Amaral, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários em Empresas de Transporte de Passageiros nos Municípios de Ananindeua e Marituba (Sintram). A categoria reivindica reajuste salarial de 12%, vale alimentação no valor de R$ 350 e a contratação de um plano de saúde para os trabalhadores.

Anteriormente, os rodoviários já tinham aceitado a proposta de receber o mesmo que foi acordado para os rodoviários de Belém: 6% de reajuste salarial, vale alimentação de R$ 280 e R$ 124 mil para o auxílio clínica. Porém, voltaram atrás, pois não houve acordo em relação à estabilidade da diretoria sindical e ao triênio (adicional por tempo de serviço). (Diário Online, com Diário do Pará)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba param dia 17

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Os rodoviários de Belém e Ananindeua fazem nova assembleia nesta quarta-feira (12) para reforçar a decisão tomada hoje pela manhã de entrarem em greve por tempo indeterminado a partir da 0h da próxima segunda-feira (17).

A paralisação foi decidida já que não houve acordo entre o Sindicato das Empresas de Ônibus (Setrans-Bel) e o Sindicato dos Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintran) em relação ao triênio e à estabilidade sindical dos rodoviários.

A categoria também reivindica um reajuste de 12%, vale-alimentação no valor de R$ 350,00 e plano de saúde em vez do auxílio-clínica que os trabalhadores recebem.

Cerca de 30 linhas de ônibus devem participar da paralisação, que atingirá uma média de 200 mil pessoas nos dois municípios. Segundo Reginaldo Cordeiro, diretor jurídico do Sintran, a paralisação foi marcada apenas para a próxima segunda para que "a população seja avisada com antecedência e possa se preparar. Não queremos prejudicar ninguém, queremos que a população nos entenda. Para isso, vamos fazer uma carta aberta explicando nossos motivos", diz ele.

Ônibus da empresa Viação Forte, que atende os municípios de Belém e Ananindeua, sofreram represálias após a reunião ocorrida na tarde de ontem, quando os sindicatos não chegaram a um acordo. Trinta e um veículos da empresa foram atingidos em alguns pontos da cidade, com pedras e petecas, que estilhaçaram os vidros traseiros. O vandalismo acarretou a diminuição da frota que circula na cidade.

Com informações do Diário On Line.