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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Volkswagen MAN vende ônibus de número 100 mil

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A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e dos caminhões MAN, está comemorando mais uma importante marca em sua trajetória: 100 mil ônibus Volkswagen produzidos. Conhecidos como Volksbus, os veículos são desenvolvidos e fabricados em Resende (RJ) e comercializados a clientes de todo o Brasil, além de mais 30 países entre América Latina e Central, África e Oriente Médio.

Um dos maiores grupos de transporte de passageiros do País, o Grupo Odilon Santos adquiriu o veículo de número 100 mil produzido pela montadora, graças ao lote de 60 ônibus modelo VW 17.230 vendido recentemente à empresa Transbrasiliana Especiais e Fretamento, que pertence ao Grupo. “Somos clientes da marca desde o início das vendas dos Volksbus, inclusive adquirimos o veículo de número 1. A qualidade e excelente custo de manutenção foram sempre grandes fatores na escolha pelos produtos da marca. Hoje temos em nossa frota 860 ônibus Volkswagen”, diz o empresário Odilon Santos.

Com toda tecnologia e credibilidade depositada pelos clientes, os chassis de ônibus Volkswagen dobraram sua participação de mercado nos últimos anos. De 2005 até hoje, a produção aumentou em 108%. “Nosso expressivo crescimento no mercado de ônibus é reflexo de um grande esforço para garantir um alto nível de satisfação de nossos clientes, com produtos de qualidade e pós-vendas diferenciado”, afirma Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

MAN NA METRA: O ÔNIBUS ALEMÃO QUE É O ASSUNTO DO MOMENTO DO SETOR DE TRANSPORTES

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Um veículo diferente do que os usuários de transportes coletivos no Brasil estão acostumados a ver. Essa é a primeira impressão de quem vê o ônibus da MAN, modelo Lions City, alemão, trazido pelo Grupo da Auto Viação ABC, que engloba as empresas Eletra (de fabricação e desenvolvimento de tecnologia elétrica e, conseqüentemente, limpa para veículos) e Metra (operadora do Corredor Metropolitano ABD, que liga São Mateus, na zona Leste da Capital Paulista, ao Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, passando pelos municípios de Santo André, Mauá, São Bernardo do Campo e Diadema).

Mas não é apenas o visual robusto e detalhes como a abertura de portas semelhante a do Metrô, só que para o lado externo, que são diferenciais neste veículo.

O grupo trouxe o ônibus para o Brasil há cerca de dois meses com o objetivo de desenvolver no País um veículo mais moderno, diferenciado e tem a intenção de transformá-lo em trólebus. A Eletra já conseguiu transformar dois ônibus articulados nacionais movidos a diesel em ônibus elétricos, com resultados surpreendentes pelo lado positivo. Segundo a empresa, a força de tração dos ônibus, Volvo B 10 M, carroceria Busscar modelo Urbanuss Pluss, aumentou como trólebus em comparação quando ele era movido a diesel.

A empresa diz que o objetivo é agregar conhecimento e valores técnicos e operacionais aos sistemas brasileiros com a “importação” deste ônibus para o Brasil.

Não que a indústria brasileira fique atrás das plantas de outros países. Pelo contrário. Por sua robustez e flexibilidade, atributos exigidos pelas dimensões e características heterogêneas das regiões brasileiras, o ônibus nacional é um dos mais conceituados no mercado externo. Tanto em relação às carrocerias como chassis.

Mas troca de informações e estudos são sempre positivos.

A parte eletrônica e mecânica do MAN A 23 (ou XXNG), que é comercializado em vários países da Europa, apresenta algumas diferenças, como melhor disposição dos equipamentos e facilidade no acesso para manutenção de instrumentos e aparelhos, como do sistema de ar condicionado.

O gigante de pouco mais de 18 metros de comprimento e capacidade para 28 toneladas tem um motorzão que rende 320 cavalos de potência. Mas nem por isso ele é barulhento. Pelo contrário: por conta da modernidade do motor e do bom isolamento acústico, dentro do salão de passageiros se ouve mais o barulho da trepidação da carroceria, aparentemente rígida em relação aos brasileiros, que do próprio motor.

O ônibus é monobloco, ou seja, carroceria, chassi e motor são integrados, formando um bloco só. Prática não mais usada no Brasil desde 1999, quando eram produzidos os últimos Monoblocos Mercedes Benz da série o 400.
Acessibilidade é um dos pontos pensados no ônibus. Ele é todo de biso baixo, deixando o assoalho no mesmo nível das guias de calçada e plataformas de embarque. Só os últimos bancos ficam em posição mais elevada por conta do chassi que tem de ser preparado para receber o motor.

Ainda em relação a acessibilidade, o MAN peca na rampa de acesso para quem precisa de cadeira de rodas ou outro meio para se locomover. O acionamento desta rampa é manual, exigindo que um funcionário saia do seu posto dentro do ônibus ou terminal para ajudar a pessoa com necessidade especial.

Quando esta rampa é levantada pelo funcionário ou mesmo um usuário, automaticamente luzes externas ao lado da porta, que têm adesivos que indicam que é por ela que entram pessoas que necessitam de auxílio, ficam piscando.
Aliás, a questão da comunicação é muito bem pensada no ônibus da MAN Lions City.

Além dos sinais de trânsito universais, o ônibus é cheio de alertas sonoros e painéis que interagem com motorista, passageiros e pessoas externas ao ônibus.

O salão de passageiros possui telas que podem avisar sobre pontos de parada, itinerários, mensagens de segurança, etc. Isso é da configuração do ônibus.

O painel do motorista com computador de bordo possui telas que informa em tempo real dados operacionais, como já ocorre com vários modelos nacionais. De acordo com quem dirigiu este ônibus e outros nacionais, a quantidade de dados disponíveis é maior.

O portador de necessidade especial tem outra vantagem na comunicação. Existem botões distribuídos pelo salão de passageiros para acionamento de parada no ponto. Eles emitem um sinal diferente dos outros botões de parada para a maioria dos passageiros. Isso avisa ao motorista que o próximo a descer merece atenção especial.

Câmera de ré também é item neste ônibus, que na parte frontal superior interna, na altura da caixa do itinerário, têm as imagens transmitidas por um monitor de televisor. Há outros dois monitores que transmitem imagens da porta para o motorista ter controle do acesso.

Os espelhos internos são amplos e auxiliam neste controle.

Os retrovisores possuem dois vidros e têm acionamento elétrico, pelo painel do motorista.

Motorista este que possui todo conforto para trabalhar. Regulagem de altura e inclinação do banco é eletrônica. Ele trabalha isolado dos passageiros, por uma porta de vidro. Esta porta tem um porta objetos amplo para comodidade do condutor, que conta também com ar condicionado com saída individual direcionada.

O ar condiconado para os passageiros é em dutos e os vidros são colados.

A área de envidraçamento é bem ampla, o que permite melhor visibilidade para motorista e usuários, além de oferecer um design limpo ao ônibus, mesmo em cores agressivas.
O modelo que está na Metra é todo pintado de branco.

Os assentos são de plástico, um pouco duros, mas se acomodam bem ao corpo. Destaque para os bancos destinados a pessoas obesas.

Diferentemente de boa parte dos modelos nacionais, cujo o banco para obeso trata-se de uma poltrona convencional, mas sem a divisória para os dois assentos, no MAN, ele tem tamanho específico.

Isso ajuda para que a pessoa com massa corporal maior seja melhor acomodada e não fique “dançando” num banco duplo, e também economiza área interna.

O corredor é largo e permite boa circulação interna.

O ônibus possui quatro portas de acesso para os passageiros. Duas no primeiro carro (antes da articulação) e outras dias no segundo, o que não é novidade para o mercado brasileiro.

O interessante fica por conta do sistema de abertura das portas 2, 3 e 4.

Elas abrem externamente, como se fossem de metrô. Isso requer plataformas e pontos de parada mais seguros e em melhores condições, o que nem sempre é visto nas cidades brasileiras. A vantagem é que todo o vão da porta fica livre, aproveitando espaço interno, e agilizando o embarque e o desembarque.

Outros detalhes técnicos são estudos pelo grupo da Metra e da Eletra. Na configuração em que o, o ônibus não pode circular, sendo necessárias adaptações à legislação brasileira. Mas o intuito é esse, adaptar, estudar o veículo e somar o que há de melhor na indústria nacional (que são muitas coisas) com diferenciais de sistemas de transportes mais tradicionais e com eficiência.

O Corredor ABD sempre foi “pista de testes” para tecnologias novas que proporcionam mais conforto, segurança e principalmente ações para preservação do meio ambiente.

Quando foi inaugurado em 1988, foi o primeiro corredor da região Metropolitana a receber ônibus elétricos. São Paulo tinha trólebus operando desde 1949, de linhas municipais, operadas pela CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, até sua privatização entre 1993 e 1994. Os trólebus continuaram a ser operados por empresas particulares, mas o sistema da Capital que teve já 485 veículos deste tipo, reduziu a frota para cerca de 200, com uma única operadora: a Himalaia Transportes S.A.

No entanto, os serviços eram municipais. Nunca havia sido realizado um serviço de trólebus metropolitano. Com esta característica, o Corredor ABD continua sendo o único a operar ônibus elétricos intermunicipais.

As vantagens dos trólebus são grandes, a principal delas é a poluição zero, sem emissão de gases e materiais particulados. Mas há também a força maior de tração, o melhor aproveitamento de energia (que é a força gerada pelo motor que realmente se transforma em movimento), emissão menor de ruídos, mais conforto na carroceria e acessórios e durabilidade maior.

O corredor é ainda um dos principais investimentos em trólebus do Estado de São Paulo. Enquanto os sistemas de trólebus estavam sendo aposentados ou projetos de revitalização dos serviços não davam certo em outras cidades, a empresa Metra, que ganhou a licitação e começou a operar em 24 de maio de 1997, aproveitou o momento e ajudou a evitar quer ônibus elétricos bons e que teriam condições de servir por muitos anos fossem levados à sucata.

Entre 1986 e 1987, foram produzidos trólebus sobre chassis Volvo B 58, com tração Gevisa, que receberam carroceria Marcopolo, da Geração 4. Os veículos era para o Metrobel, projeto de Belo Horizonte para revitalizar os trólebus na cidade, o que acabou não dando certo.

Os veículos seriam desperdiçados e estavam parados há quase 10 anos, quando a Metra comprou 22 das 40 unidades produzidas. Recebendo prefixos entre 7047 e 7068, os ônibus elétricos rodam até hoje como novos.
O mesmo ocorreu com 24 trólebus modelo de carroceria Marcopolo Geração V, . Eles chegaram a ser usados pela Eletrobus, concessionária da Capital Paulista, um tempo após a privatização da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos.

Esses ônibus elétricos que estavam parados também foram revitalizados pela Metra e são aprovados pelos passageiros.

Surgia também no Corredor ABD a era dos trólebus articulados. Os Marcopolo Torino Geração V, Volvo B 10M, tração Toshiba, de prefixos 8101 a 8110 ofereciam o mesmo conforto dos trólebus convencionais mas para mais gente em uma só viagem.

Ao longo dos 14 anos da Metra, vieram mais veículos elétricos novos, como os Busscar Urbanuss Pluss LF (Low Floor) trazendo para o ABC Paulista de forma inédita trólebus com piso baixo total, não havendo degraus em nenhuma das portas, tornando os veículos acessíveis para todos os públicos e incluindo os portadores de necessidades especiais.

Estes veículos com motor de tração Engesa, monoblocos Busscar, são considerados um dos mais confortáveis pelos passageiros.

Paralelamente a estas aquisições, a Eletra continuava a investir no desenvolvimento de novas tecnologias que tornassem os trólebus mais atraentes para o mercado.

Em 2009, a Eletra conseguiu transformar um Urbanuss Pluss LF, com mais de 10 anos de uso, que tinha sistema de corrente contínua para corrente alternada. Foi o trólebus de prefixo 7301, que ganhou uma adesivação especial
O sistema de corrente alternada oferece várias vantagens aos ônibus elétricos como em economia operacional e desempenho, Mas um dos maiores ganhos é que os trólebus de corrente alternada é que ele pode usar eixo de tração nacional, no caso desta unidade Mercedes Benz O 500 e peças também fabricadas no Brasil, o que barateia a aquisição e a manutenção dos trólebus no Brasil.

A partir de 2008, mais trólebus de corrente alternada, desta vez todos novos, começaram a fazer parte da frota do Corredor ABD. Tratam-se dos Caio Millennium II, Eletra /WEG, chassi O 500 U, da Mercedes Benz.
Além do trólebus, o Corredor ABD também testou e desenvolveu outros ônibus com tecnologia limpa.

Em 1999, colocou o primeiro ônibus elétrico híbrido articulado do mundo em operação comercial. Era um Marcopolo Viale sobre chassi B 10 M.

Em 2007, começava a circular pelo corredor um Marcopolo Gran Viale sobre chassi Scania L 94 movido a etanol, com nova geração de equipamentos, o que possibilitou a redução de 90% da emissão de poluentes em relação ao mesmo modelo a diesel.

No ano de 2008, com o crescimento da demanda de passageiros acentuada, a empresa colocou em operação ônibus Scania Caio Millenium II, chassi K 270 U, de três eixos, com 15 metros de comprimento. Apesar de serem a diesel, os ônibus apresentam vantagens ecológicas pois, por serem maiores,m podem substituir mais ônibus e atender a demanda de pessoas que deixam o carro de passeio, além de terem motores eletrônicos que permitem redução de poluição.

Em 2009, foi apresentado o ônibus a Hidrogênio, que não deixa de ser um híbrido elétrico, mas como combustível, ele recebe células de hidrogênio que por meio de um processo eletro-químico chamado eletrólise, separa o oxigênio do hidrogênio. O hidrogênio pe convertido dentro do ônibus em energia e o subproduto dessa transformação é o vapor d´agua que sai pelo escapamento.

No final de 2010, a Metra e Eletra viram que poderia ser possível colocar mais trólebus nas ruas de maneira sustentável e econômica. O Grupo apostou na conversão dos veículos tradicionais a diesel para trólebus. Além de aproveitar toda a estrutura do ônibus que teria sua vida útil terminada, mas que poderia ser dobrada se fosse trólebus, com as adaptações necessárias, com a conversão, literalmente um veículo poluente foi tirado de circulação. Pois se simplesmente substituísse por um trólebus novo, o veículo diesel seria vendido e poderia estar poluindo em outros locais. A conversão, mesmo com o desenvolvimento e os estudos, que tendem a deixar a primeira unidade com valor superior, acabou sendo mais barata que a compra de um trólebus novo. O veículo que tinha as condições técnicas era o Volvo B 10 M, com carroceria Busscar Urbanuss Pluss.

A empresa Eletra, depois de estudos, começou a trabalhar na primeira unidade em fevereiro de 2011. Foram realizados vários testes dentro da garagem e no corredor. No dia 03 de junho de 2001, o veículo recebeu a documentação do Detran e já no dia 04 de junho de 201, o trólebus prefixo 8150 começou a operar comercialmente.
Os resultados da conversão do trólebus Volvo foram surpreendentes. A força de tração foi um dos principais pontos positivos, bem superior ao imaginado no iniciozinho do projeto.

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

sexta-feira, 22 de julho de 2011

MAN vence licitação para vender ônibus ao governo federal

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A MAN, que no Brasil fabrica caminhões e ônibus com a marca Volkswagen, anunciou hoje que ganhou concorrência do governo federal para fornecer 2.940 ônibus pelo programa Caminho da Escola. "Esse negócio representa para nós um recorde com tecnologia Euro 3", afirmou Ricardo Arouche, diretor de vendas e marketing da empresa, sem revelar o valor do contrato. O valor de cada ônibus é de cerca de R$ 220 mil. 

O Euro 3 é o nome do modelo atual de motores usados no Brasil, segundo especificações com relação a emissões. A partir de 2012, só poderão ser comercializados no País caminhões e ônibus equipados com motores que seguem a tecnologia Euro 5, com regras mais severas de emissões. 
Foto: Divulgação
FOTO: DIVULGAÇÃO GOVERNO DE FLORES-PI
Segundo Arouche, até o final do ano passado a MAN já havia vendido ao programa Caminho da Escola cerca de 6 mil ônibus e até o final deste ano esse número deve subir para 11 mil. 

O programa Caminho da Escola foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares destinada ao transporte diário de alunos da educação básica da rede pública que moram, principalmente, na zona rural. A compra desses veículos é financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Com informações da AE

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Conheça a nova linha de chassis Volkswagen com motores MAN

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Volkswagen 26.330 é o mais novo produto da montadora alemã. O chassi é desenvolvido especialmente para ônibus articulados e vai colocar a marca de forma inédita neste segmento de mercado. O 26.330 tem motor Cummins ISL de 8,9 litros
Quando a Volkswagen Ônibus e Caminhões anunciou oficialmente que foi comprada pela grupo alemão MAN AG, por 1,175 bilhões de euros (R$ 3,78 bilhões), no dia 15 de dezembro de 2008, o mercado começou a especular o que poderia acontecer com os veículos produzidos na planta da Volks para os pesados, em Resende, no Rio de Janeiro.

Inicialmente, houve uma troca de conhecimento entre os técnicos das empresas, mas não houve tanta alteração nos produtos, principalmente nos ônibus.

Mas agora, aproveitando a necessidade de atualizar os motores para seguir as normas mais rígidas de controle de poluição, da sétima fase do Proconve, a P 7, do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, a Volkswagen/Man oferece o que há muito tempo o mercado vinha especulando.

A partir de 2012, os ônibus da montadora no Brasil, terão de forma inédita os motores genuinamente produzidos pela MAN.

Além dos motores da MAN, continuam a equipar os chassi da Volkswagen os motores Cummins, só que também seguindo as mais rigorosas normas do Proconve P 7.

Em comunicado à imprensa, o presidente da MAN América Latina, Roberto Cortes, disse que a empresa para atender à nova legislação, poderia apenas modificar as linhas de motores. Mas foi além e renovou os motores oferecidos pelo mercado.

“Para atendermos a legislação, bastaria trabalharmos apenas na mudança de motores da linha Volksbus. Fomos além, e desenvolvemos uma linha totalmente renovada, com uma série de evoluções tecnológicas que agregam ainda mais valor a linha Volksbus” – afirmou o executivo.

Foi apresentada nova solução de motores para todas as categorias: micro, minionibus, convencionais urbanos, rodoviários e articulados. A tecnologia será baseada na utilizada na Europa, mas adaptada para as condições brasileiras de uso.

PREOCUPAÇÃO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL:

Para atender à nova legislação que obriga redução de emissão de poluentes, a Volkswagen/Man apresenta dois tipos de tratamento de gases no escape: o SCR – Selective Catalyst Reduction (Redução Catalítica Seletiva) e o EGR – Exhaust Gas Recirculation (Recirculação de Gases de Exaustão).

Os motores MAN D 08 serão fabricados pela MAN Latin América em São Paulo, nas versões de quatro e de seis cilindros e são especialmente desenvolvidos para ônibus, podendo ser usados em 03 dos 08 modelos da linha nova da Volkswagen.

Os Motores MAN D 08 possuem tecnologia EGR – Exhaust Gas Recirculation (Recirculação de Gases de Exaustão). A Volkswagen/MAN garante que os motores possibilitam menos ruído, menor consumo e mais espaço de tempo entre as manutenções.

Também seguindo as normas de poluição do Euro V, Proconve P 7, Além disso, a MAN Latin America usará os motores Cummins ISF e ISL com tecnologia SCR – Selective Catalyst Reduction (Redução Catalítica Seletiva), de quatro e seis cilindros.

Eles também vão equipar chassis de miniônibus, microônibus e também chassis rodoviários e articulados Volksbus.

A iniciativa de oferecer dois tipos de sistemas de redução de poluição é ampliar a opção do mercado, para quem acha conveniente ou não usar o agente de tratamento de gases ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), com 32% de uréia. “As duas opções de tecnologia Euro 5, a SCR e a EGR, estarão disponíveis em nossa nova linha de produtos. São as melhores opções disponíveis no mercado para as aplicações a que se destinam”, garante Cortes.

O padrão de emissão de poluentes do Euro V, seguido pelo Proconve P7, determina os seguintes níveis de diminuição de alguns elementos presentes no diesel e que são prejudiciais à saúde:

sábado, 16 de julho de 2011

Novos Insular

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A Insular Transporte Coletivos que atua no sul da ilha de Florianópolis acaba de adquirir 10 novas unidades de Marcopolo Torino 2007 Mercedes-Benz OF 1722M. Os veículos possuem os prefixos de 5134 a 5143.
Foto Tirada na Revendera Mercedes-Benz da
Grande Florianópolis DVA.

Com essa aquisição serão aposentados 5 Busscar Urbanus Volkswagen 16-180 CO 1996 (prefixos de 5330 a 5334) que foram adquiridos na época da extinta Limoense e passaram pela Ribeironense e na Atual Insular.

Antigos Busscar Urbanus VW 16-180CO 1996

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

De olho nos BRTS, Volkswagen apresenta seu primeiro chassi articulado nacional

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Volkswagen/MAN – Latin América apresenta o novo chassi para ônibus articulado 18-320 EOD

Veículo pertence a linha de 2012 de produtos da empresa, cuja divisão foi adquirida recentemente pela MAN. Outros modelos receberam novidades no sistema de embreagem e na capacidade de transporte.

O PAC da Mobilidade Urbana e os investimentos voltados para a demanda maior de transporte urbano gerada pela Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, provam que a tendência dos deslocamentos dentro das cidades será predominantemente formada por BRTs – Bus Rapid Transit – corredores de ônibus exclusivos, realmente segregados, modernos e com possibilidade de pré-embarque, ou seja, pagamento de passagem e acomodação melhor antes mesmo da chegada dos ônibus.

Mais da metade dos projetos das cidades que receberão jogos do mundial de futebol contempla a construção do BRT: as explicações são óbvias. Os custos para um corredor de ônibus são muito menores em relação aos gastos para a construção de um monotrilho, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ou do metrô convencional subterrâneo. As obras são mais rápidas, mais seguras e necessitam de menos intervenções no espaço urbano já concretizado, havendo menos desapropriações e remodelações da área que receberá o modal de transporte.

A necessidade de modernização dos transportes já é antiga. Mas parece que só com os eventos esportivos mundiais é que as autoridades públicas decidiram se mobilizar. Ou seja, se o Brasil não fosse país sede destas competições ao que parece os projetos de transportes andariam lentamente como o trânsito nas grandes cidades, que sempre priorizaram o meio individual de deslocamento.
Tais projetos, mesmo sendo tarde, representam oportunidades de negócios para muitas empresas e fabricantes.

E não atender aos pedidos que serão gerados pela instalação dos BRTs seria perder o bonde da história nos ônibus do Brasil.

Por isso que a Volkswagen/MAN – Latin América, apresentou o novo chassi para ônibus articulado 18-320 EOD.

Por ser de alta demanda, a grande maioria dos corredores terá como prestadores de serviços ônibus articualdos e a marca, que quer se consolidar como vice líder no mercado e se aproximar da líder Mercedes-Benz, era a única que ainda não tinha esta configuração de chassi. Volvo, Mercedes e Scania já oferecem este tipo de ônibus.

Prevista para ser vendido como linha 2012 da Volks/MAN, o chassi tem motor de 320 cavalos de potência e conta também com suspensão pneumática com sistema de ajoelhamento para facilitar embarque e desembarque, segue todas as mais modernas normas de acessibilidade e conforto e recebe carrocerias de piso alto com elevador de até 18,20 metros de comprimento.

Segundo a Assessoria de Imprensa da marca, há novidades também em outras categorias de ônibus;
Na linha de micros, o 9-150 ganha a versão Pluss, com PBT de 9,2 toneladas, o que representa mais capacidade de peso e possibilidade de receber carrocerias maiores. Os motores são Cummins e MWM.
O médio 15-190 e o convencional 17-230 receberam novas caixas de transmissão. Com isso, os frotistas podem escolher entre as marcas Eaton e ZF.

Os rodoviários 18-320 também tiveram alterações no sistema de embreagem. A troca de marchas é feita com auxílio do sistema servo-assistido, que consiste em dois cabos que reduzem o esforço do motorista nas trocas de até 60%.

A alavanca de troca foi reposicionada de acordo com a ergonomia do posto do motorista que foi atualizada.
A suspensão pneumática, amortecedores e freios foram reforçados para receber carrocerias de maior peso com mais segurança.

De acordo com a Volkswagen, o mercado de ônibus respira bons ares. Em outro, a montadora vendeu 946 chassis, é o segundo maior volume de vendas na história da empresa, que começou em 1993, com a comercialização do 16-180.

Esse volume do último mês de outro representa uma participação no mercado da marca de 31.2%.

Adamo Bazani, jornalista da CBN e busólogo.
Fonte: ÔnibusBrasil.com

terça-feira, 25 de maio de 2010

Urbanuss II articulado

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Tradicional modelo na linha de carroçarias urbanas da catarinense Busscar Ônibus, o Urbanuss sofre uma reformulação em sua configuração ficando um produto mais harmônico e moderno.
Completando o ciclo de inovações estéticas em seus modelos urbanos, a Busscar Ônibus de Joinville, SC, apresenta a repaginação do Urbanuss, carroçaria idealizada para o transporte que exige muita robustez e versatilidade em linhas troncais, alimentadoras e na ligação bairro a bairro. As modificações foram bem expressivas, a começar pelo sistema óptico, com desenho exclusivo e otimizado na área da frente e seguindo o padrão dos demais modelos fabricados em relação ao conjunto de lanternas traseiras. A utilização de lâmpadas Led´s proporcionam melhor luminosidade e apresentam uma duração bem superior às versões convencionais. O espaço da traseira ainda pode receber vigia em vidro ou totalmente fechada em fibra de vidro, como também o pára-choque modular, com ponteiras. De acordo com a Busscar, todos os detalhes permitem total intercâmbio de peças entre os modelos, reduzindo significativamente estoques e custos aos operadores.

Redesenho garante um visual mais moderno ao Urbanuss

Voltando à frente, destaque para uma nova grade no pára-choque (no caso de se utilizar chassi com motorização frontal) em plástico injetado (ABS) que além do seu visual arrojado, oferece maior ventilação para o radiador e o motor e também promove uma manutenção simplificada. A tampa dianteira com desenho em linhas trapezoidais tem um visual moderno, amplo espaço e grande ângulo de abertura, o que facilitou o acesso para a manutenção e inspeção aos componentes instalados nessa parte. A engenharia ainda conferiu atenção ao pára-choque, que passa ter perfil envolvente e modular, contando com ponteiras que simplificam a manutenção das peças, que de acordo com a encarroçadora, são vulneráveis a pequenos danos durante o ciclo operacional do veículo.

 Interior projetado para atender a demanda de passageiros com conforto e  segurança.


As portas de embarque e desembarque são alinhadas a região externa (tipo flor da pele), promovendo um visual moderno, elegante e que facilita a limpeza do veículo.
Já o interior do modelo traz a poltrona Urban Slim – um novo conceito para ônibus urbano, com projeto desenvolvido pela própria encarroçadora. Segundo informações da marca catarinense, ela é anatômica e confortável, com dimensões adequadas ao tamanho médio da população brasileira (estudos ergonômicos foram realizados para se chegar a um produto que atendesse perfeitamente ao usuário no quesito conforto), atendendo as normas vigentes e oferecendo ainda um espaçamento adequado ao layout interno dos veículos. Também foi desenvolvida uma versão especial para obesos. Opcionalmente, a poltrona pode receber assento e encosto almofadados.

 Traseira limpa e que agrega desenho atualizado
O Urbanuss versão 2010 pode ser encarroçado na configuração convencional ou articulada sobre chassis com motorização frontal, na traseira ou no centro. Além disso, ele tem a opção de receber diversos itens opcionais de segurança, conforto e tecnologia embarcada. A primeira unidade fornecida foi para a cidade sede da encarroçadora, através da operadora Transporte e Turismo Santo Antônio – TRANSTUSA. O veículo mede 18,60m de comprimento, possui circuito interno de imagens para monitoramento das portas, itinerários frontal e lateral eletrônicos, sistema de renovação de ar no teto com oito ventiladores/exaustores, elevador para portadores de necessidades especiais, piso emborrachado antiderrapante e preparação para instalação de sistema de bilhetagem eletrônica. Com capacidade para 152 passageiros, a carroçaria foi construída sobre chassi Volksbus 17.230 EOD VTronic.

Nova poltrona confere melhor ergonomia

Fotos - divulgação
Texto: Revista Autobus.